.Parte IX
Ele pegou seu carro ano 85, verde e enferrujado que ele detestava, ganhou de seu pai, só aceitou porquê não tinha dinheiro suficiente para manter sua casa e utensílios.
Ele pegou seu carro ano 85, verde e enferrujado que ele detestava, ganhou de seu pai, só aceitou porquê não tinha dinheiro suficiente para manter sua casa e utensílios.
Logo já estava na frente do apartamento Park Hyatt, desceu do carro e ficou sentado nas escadarias, passaram doze horas e o homem não saiu do hotel. Voltou para casa.
.Parte X
Jhord acordou novamente bem disposto já eram 9 horas da noite fez uma comida, e foi olhar TV, nada de muito interessante, resolveu ler o jornal da cidade e dormiu novamente e dessa vez nada sonhou.
.Parte XI
Ele voltou novamente para frente do hotel, e dessa vez sentia que o tal homem iria aparecer, ficou olhando a foto, não lhe parecia um cara ruim, e sim muito gentil e amigo.Era a primeira vez que ele sentia isso por alguém, sempre fora sozinho e frio. Distraiu-se e foi quando alguém falou com ele ao pé do ouvido que voltou a si.
- Por favor! Uma informação.
- Pois não?! – disse ele com um sorriso, já reconhecendo quem era.
- Onde fica a faculdade George Washington?
- É bem próximo daqui, umas duas quadras. Você não é daqui é?
- Oh, não, desculpe nem me apresentei. Meu nome é Jhord, Jhord Jhonnson. – ele estendeu a mão,um leve sorriso no rosto, e os dois se cumprimentaram.
- O meu nome é Bill, Bill Kaulitz, a seu dispor.
Esse era o nome ‘dele’, Bill.
- Bom, então você pode me levar até lá?-perguntou Jhord.
- Claro que sim, por favor, vamos dar umas voltas pela cidade e eu posso lhe mostrar o antigo museu.
- Sim capitão. – disse Jhord num tom zombeteiro- Eu estou querendo começar um estagio aqui, vou me formar em jornalismo.
- Olha só, meus parabéns! – disse Bill sorrindo, e fazendo de tudo para que, aquele sorriso, parecesse sincero. - Podemos ir? – perguntou ele, sem disfarçar sua pressa.
- Claro.
.Parte XII
.Parte X
Jhord acordou novamente bem disposto já eram 9 horas da noite fez uma comida, e foi olhar TV, nada de muito interessante, resolveu ler o jornal da cidade e dormiu novamente e dessa vez nada sonhou.
.Parte XI
Ele voltou novamente para frente do hotel, e dessa vez sentia que o tal homem iria aparecer, ficou olhando a foto, não lhe parecia um cara ruim, e sim muito gentil e amigo.Era a primeira vez que ele sentia isso por alguém, sempre fora sozinho e frio. Distraiu-se e foi quando alguém falou com ele ao pé do ouvido que voltou a si.
- Por favor! Uma informação.
- Pois não?! – disse ele com um sorriso, já reconhecendo quem era.
- Onde fica a faculdade George Washington?
- É bem próximo daqui, umas duas quadras. Você não é daqui é?
- Oh, não, desculpe nem me apresentei. Meu nome é Jhord, Jhord Jhonnson. – ele estendeu a mão,um leve sorriso no rosto, e os dois se cumprimentaram.
- O meu nome é Bill, Bill Kaulitz, a seu dispor.
Esse era o nome ‘dele’, Bill.
- Bom, então você pode me levar até lá?-perguntou Jhord.
- Claro que sim, por favor, vamos dar umas voltas pela cidade e eu posso lhe mostrar o antigo museu.
- Sim capitão. – disse Jhord num tom zombeteiro- Eu estou querendo começar um estagio aqui, vou me formar em jornalismo.
- Olha só, meus parabéns! – disse Bill sorrindo, e fazendo de tudo para que, aquele sorriso, parecesse sincero. - Podemos ir? – perguntou ele, sem disfarçar sua pressa.
- Claro.
.Parte XII
Os dois estavam dentro do carro, quando Bill deu a partida ou melhor, tentou, o carro não quis funcionar.
- Tudo bem Bill, eu vou de ônibus ou táxi. – Disse Jhord.
- Imagine- retrucou Bill rapidamente- Eu o levo, garanto que você só queria conhecer e não é necessário ir hoje, estou certo?
- Claro, deixamos para amanha então!
- Mas poderíamos ir num barzinho, que tem aqui perto.-sugeriu Bill, um sorriso no rosto, na tentativa de fazer Jhord aceitar o convite.
- Seria uma boa, estou morrendo de sede. - concordou Jhord.
E eles foram, e mal sabiam que por poucas horas, seriam inseparáveis. Depois de varias garrafas de cerveja e muita conversa jogada fora, Bill se lembrou do trabalho. Mas como ele poderia matar aquele cara com tantos sonhos, um amor, família, ele tinha ali um amigo, ou talvez, o seu melhor amigo. Ele não poderia fazer isso.
